you tube - Maria Bethânia - O que é o que é
sábado, 13 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Contemplo o que não vejo
Contemplo o que não vejo.É hora de Paz
Rosa Mutável
quarta-feira, 10 de junho de 2009
O bambu chinês
Depois de plantada a semente do bambu chinês, não se vê nada por aproximadamente 5 anos - exceto um diminuto broto. Todo o crescimento é subterrâneo; uma complexa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra, está sendo construída. Então, ao final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento e, às vezes, não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará; com ele virão mudanças que você jamais esperava.
Lembre-se que é preciso muita ousadia para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita profundidade para agarrar-se ao chão.
A Viagem
Num espantoso conto de Sophia de Mello Breyner Andresen, intitulado "A Viagem", um casal perde-se e procura o caminho certo, percebendo que não pode voltar de novo às encruzilhadas onde escolhera um dos caminhos. É uma viagem "parábola" da nossa vida em que procuramos, tantas vezes, agarrar o que já passou.— Do outro lado do abismo está com certeza alguém.
E começou a chamar.
Mesmo perante a falta de sentido que a vida, muitas vezes, nos oferece, o homem tem de inventar a si próprio, tem de criar o seu caminho – tem de inventar o amor porque não há amor já feito.
Eis porque é fundamental essa outra ideia-chave do existencialismo que é a acção.

A Pequena Alma
"ERA UMA VEZ, quando nem havia tempo, uma Pequena Alma que disse a Deus:- Não quero deixar-te.
- Óptimo – disse Deus, com um grande sorriso -, porque não quero que me deixes nunca.
Mas a Pequena Alma não percebeu, porque esse dia era, exactamente, aquele em que a Pequena Alma ia nascer. A Pequena Alma já estava na fila, estava apenas a uns passos da Porta de Saída para a Terra.
- Devo ter medo? – perguntou a Pequena Alma.
- Não, não, não – disse Deus, sorrindo outra vez. – Este é até um dia para estares feliz! É o dia do teu nascimento! Vou estar sempre contigo. Se precisares de mim, só tens de me chamar e vais ver que estou sempre perto.
- EU NUNCA vou esquecer-me de ti. – declarou a Pequena Alma
- Isso é muito bonito, mas não te preocupes, se te esqueceres. Vais ter sempre o Melvin – disse Deus.
- Melvin? Quem é o Melvin? – perguntou a Pequena Alma.
- Um amigo teu muito especial! Melvin é um anjo que concordou em estar contigo durante toda a vida.
- Uaau! – exclamou a Pequena Alma. – Um anjo que nos guarda.
- É verdade! – disse Deus. – Por isso lhes chamamos “anjos da guarda”.
A Pequena Alma estava apenas a um passo da Porta de Saída para a Terra e já não havia ninguém à sua frente.
A Pequena Alma cantava alegremente:
- Vou ter um corpo! Vou ter um corpo!
- Sim, vais! – disse Deus com um grande sorriso.
– Pronto, lá vais tu! Diverte-te! E não te esqueças de me chamar, se precisares!
E foi assim que a Pequena Alma nasceu.
- Agora sou alguém! – cantou a Pequena Alma, no momento em que se tornou bebé. Pareceu choro a todos os que estavam na sala, mas a Pequena Alma estava efectivamente a cantar:
«Já não sou apenas uma alma! Agora tenho um corpo!»"
O texto foi retirado e adaptado do livro “A Pequena Alma e a Terra”, uma parábola para crianças de Neale Donald Walsch.
OLHAR, ESCUTAR, SENTIR - 3 passos Mágicos!
“Então, as três (estrelas) Azuis deslizaram para o interior da gruta e o que viram foicrianças,
muitas crianças
de todas as raças,
de todas as idades,
com um brilho
extraordinário nos olhos.
- Viemos de todos os cantos da Terra. Alguns já não temos pai nem mãe, outros temos mas é como se não tivéssemos – disse uma delas.
- Ora essa?! Têm ou não têm? – perguntou a estrela Azul-Escutar.
- Temos, mas eles falam connosco e não dizem nada, olham para nós, mas na verdade não nos vêem. Nunca têm tempo para nos dar atenção e perceber o que se passa à volta. Correm, correm a toda a hora.
- Amigos! – disse a estrela Azul-Sentir. – Estamos aqui para vos ajudar na difícil tarefa de acordar adultos hipnotizados e de lhes ensinar os três passos mágicos!
- Três passos mágicos? – perguntaram as crianças.
- OLHAR, ESCUTAR, SENTIR, como fala o coração, mais vale não te iludires, porque ele tem sempre razão – disseram as três estrelas Azuis em coro.”
(Excerto do livro “O Povo-Luz e os Homens-Sombra – O Planeta Adormecido” de Ana Zanatti.)
terça-feira, 9 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Máquina do tempo
Oh janelas do meu quarto!...
Tenho quarenta janelassábado, 6 de junho de 2009
Imagens Fantásticas!










terça-feira, 2 de junho de 2009
Vida - uma viagem de trem
Interessante, porque nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques...
Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que acreditamos, farão connosco a viagem até ao fim: nossos pais. Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinhos, proteção, amor e afecto. Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer, essa viagem, separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos. E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim doloroso. Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa. Agora, neste momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade ...
Quem entrará ? Quem sairá ?
Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar. Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e luta, é saber viver, é tirar o melhor de ?todos os passageiros?
Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo.
Autor desconhecido